Os shoppings de são luis aos finais de semana são usados para o lazer das familias,
mas de uns tempos para ca, nao é bem lazer que alguns querem, muitos estao indo para brigarem.Isso é lazer? eu acho que nao. É pessoal as pessoas nao sabem valorizar o que tem, se vai ao shopping é para brigarem por motivos desconhecidos, essas pessoas de familia de resenha sao os principais causadores disto, acham que com violencia iram ganhar midea, AFFZ .
Thais Michelle.
domingo, 6 de janeiro de 2013
VALE A PENA MORRER POR UM AMOR ?
O jovem apaixonado Felipe Crateús de apenas de16 anos de idade, se suicidou na ultima sexta feira 4, apos levar fora de sua namorada, o corpo do jovem foi encontrado no interior de sua residência, com uma corda ao seu pescoço.Ao lado do seu corpo havia uma carta de amor com pouco mas de tres metros, que o mesmo havia deixado para a sua namorada.
Thais Michelle
Thais Michelle
Falhas da Saúde Pública de São Luís do MA
Falhas da Saúde Pública de São Luís do MA
A saúde da grande capital de São luis do maranhão , está comprometida pois apenas há duas ambulâncias para atender uma grande cidade considerada metrópole . Segundo os Hospitais, é a secretaria de saúde que não está a fazer a manutenção diária dos veículos.
Desde já vêem aumentando a mortalidade pois não temos transporte suficiente para fazer os primeiros socorros . A secretaria está a melhorar mas ainda deixa muito a desejar pela frente. Hoje em dia ela está priorizando os diversos pacientes dos Socorros I e II, esvaziando os corredores que estavam super congestionado e transferindo-os para outros hospitais já construído.
Inacélio Ribeiro
A saúde da grande capital de São luis do maranhão , está comprometida pois apenas há duas ambulâncias para atender uma grande cidade considerada metrópole . Segundo os Hospitais, é a secretaria de saúde que não está a fazer a manutenção diária dos veículos.
Desde já vêem aumentando a mortalidade pois não temos transporte suficiente para fazer os primeiros socorros . A secretaria está a melhorar mas ainda deixa muito a desejar pela frente. Hoje em dia ela está priorizando os diversos pacientes dos Socorros I e II, esvaziando os corredores que estavam super congestionado e transferindo-os para outros hospitais já construído.
Inacélio Ribeiro
JORNADA PELO RIO MAR
Resenha do Livro Jornada pelo rio mar.(Eva Ibbotson)
Com cenários que variam entre a Inglaterra e o Brasil do início do séc.XX, esta é a história de uma menina de 13 anos, Maia, que se vê forçada a deixar Londres para ir viver Com uns tios de que mal ouvira falar, em Manaus. Para acompanhá-la o seu tutor, e advogado da família, contrata uma governanta, Minton, e as duas tornam-se amigas. Receosa no início, Maia depressa fica encantada por viver novamente em família e num lugar tão bonito como a Amazónia. No entanto, os Carter, seus tios, são pessoas estranhas que vivem isoladas evitando o contacto com os brasileiros. Vivem numa casa afastada e escura e até a comida, importada enlatada de Inglaterra, é sensaborona. O casal tem duas filhas, gémeas, que Maia considera burras, antipáticas e mimadas e elas, por seu lado, não perdem uma oportunidade de troçar da prima. Apesar das adversidades, com coragem e alguma ajuda de Minton, Maia consegue dar algumas escapadelas, fazer amigos incríveis e viver aventuras de fazer inveja.
THAIS MICHELLE N° 37
As drogas no Brasil | |
No dia 9 de junho, o Centro de Extensão Universitária, em São Paulo, promoveu o evento "Drogas: Prevenção e Tratamento". Dirigido a pais, professores, médicos e diretores de escolas, o evento contou com a presença de quatro especialistas no combate às drogas: o ex-secretário nacional antidrogas Walter Maierovitch, o psiquia-tra Arthur Guerra Andrade, o delegado do Denarc (órgão governamental que reprime a oferta e o tráfico de drogas) Alberto Angerami e o diretor da Comunidade Terapêutica Horto de Deus, Léo Oliveira.
Os palestrantes foram unânimes em afirmar que o problema das drogas é grave. Muitos jovens estão se tornando dependentes de um negócio que movimenta cerca de 3 a 5% do PIB mundial, segundo estimativas da ONU. Walter Maierovitch disse, como publicou Interprensa em maio (As drogas no mundo, n.º 46), que o consumo de heroína e cocaína diminuiu. Porém, o ex-secretário nacional antidrogas apontou um novo problema: o crescimento do consumo de drogas sintéticas, como o nexus e o flat-liner, substitutos da cocaína usados na Europa. Maierovitch aponta que a fabricação da droga é simples: "Basta o acréscimo de algumas moléculas para se obter uma nova 'droga de embalo'."
O psiquiatra e coordenador geral do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas do Hospital das Clínicas, Arthur Guerra Andrade, mostrou os resultados da pesquisa realizada entre estudantes da Universidade de São Paulo de 1997 até hoje (disponível no site: www.usp.br/medicina/grea). Guerra Andrade disse que o consumo de maconha entre os estudantes cresceu de 19% para 25% nos últimos cinco anos, apesar das campanhas realizadas na universidade. Os dados da pesquisa mostraram a relação entre o consumo excessivo de álcool e o uso de drogas. O psiquiatra também alertou para o fato de que as propagandas de bebida alcoólica estão sendo dirigidas ao público infantil, com animações de tartarugas e siris: "Meus filhos adoram essas propagandas. No futuro, certamente essas propagandas vão voltar à mente deles."
A mesma tendência foi apontada pelo delegado do Denarc Alberto Oliveira. Ele citou uma pesquisa realizada pelo próprio órgão, mostrando que o jovem consumidor de álcool tem 60% mais chance de se tornar um dependente de drogas. "40% dos homicídios acontecem no trajeto boteco-casa ou casa-boteco", afirma o delegado. E conclui: "Para mim, o álcool é a pior droga. Ou melhor, a segunda. A pior é a falta de valores e exemplos dos pais."
O delegado apresentou três propostas para a diminuição do consumo de drogas: a inclusão de matérias sobre prevenção no currículo escolar; a proibição da publicidade que enalteça o cigarro e as bebidas alcoólicas; e o encaminhamento de usuários e menores de 18 anos para clínicas ou grupos de ajuda ao dependente.
Léo Oliveira, diretor da Comunidade Terapêutica Horto de Deus, destacou o papel da permissividade da família: "O jovem chega bêbado em casa e o pai acha bonito. Drogado não, mas bêbado pode."
No suplemento Entrevista deste mês, Léo Oliveira traz mais detalhes sobre o seu trabalho e explica como ajudar os filhos com o problema das drogas.
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