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domingo, 6 de janeiro de 2013

Como surgiu o Carnaval ?

O carnaval é a festa mais popular de nosso país, festejado em todo o território nacional. O primeiro carnaval surgiu em 1641 e foi promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides como homenagem ao rei Dom João IV, que foi o restaurador do trono de Portugal. O carnaval é um conjunto de festas populares que acontecem em vários países e regiões que praticam o catolicismo, nos dias que antecedem a Quaresma. Embora hoje em dia seja bastante centrado na música, dança, fantasia e outros, a folia do carnaval apresenta diferentes características nas cidades em que é popular. Os dias de duração do carnaval variam de acordo com as tradições de cada país e foi-se alterando com o passar do tempo. Como foi dito diversos povos comemoram o período carnavalesco, mas nenhum participa tão ativamente como o povo brasileiro, que se preparam durante o ano todo para realizarem os tão famosos desfiles e festas em clubes e tudo mais. O carnaval do Brasil é considerado um dos melhores do mundo, tanto pelos brasileiros, principalmente o publico jovem quanto os turistas estrangeiros que adoram visitar nosso país nessa época do ano em que se comemora o carnaval.
Thaís Michelle

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Aluísio Azevedo :D


Aluísio de Azevedo
              

              Romancista brasileiro nascido em São Luís, MA, cujos temas prediletos foram o anticlericalismo, a luta contra o preconceito de cor, o adultério, os vícios, o povo humilde e considerado o criador do naturalismo no Brasil. A chamado do irmão, o teatrólogo Artur Azevedo, viajou para o Rio de Janeiro aos 17 anos e começou a estudar na Academia Imperial de Belas-Artes. Logo passou a colaborar, com caricaturas e poesias, em jornais e revistas. A partir da publicação de seu primeiro romance, Uma lágrima de mulher (1880), passou a viver do que ganhava como escritor.

            Ao ingressar por concurso na carreira diplomática (1895), encerrou a carreira literária durante a qual escreveu ao todo 19 trabalhos, entre romances e peças teatrais. A serviço do Brasil, esteve na Espanha, Japão, Uruguai, Inglaterra, Itália, Paraguai e Argentina. Membro fundador da Academia Brasileira de Letras (cadeira nº 4), morreu em Buenos Aires, Argentina, quando ocupava o posto de vice-cônsul do Brasil.

              Além de O mulato (1881), os romances que o consagraram perante a crítica e o público foram Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890), considerado sua obra-prima. Entre seus demais romances estão: A condessa de Vésper (1902), Memórias de um condenado (1882), Girândola de amores (1900), Filomena Borges (1884), O homem (1887), O Coruja (1895), O esqueleto (1890), publicado sob o pseudônimo de Victor Leal, A mortalha de Alzira (1893) e O livro de uma sogra (1895).

Muito orgulho de saber que ele era maranhense :D

Por: Thaís Michelle :D




Resenha do Livro O Cortiço de Aluisio de Azevedo


O livro começa narrando a história de João Romão ao seu enriquecimento. Para acumular dinheiro, ele explora os empregados  utiliza até do furto para  atingir seus objetivos. João Romão é o dono do cortiço, da taverna e da pedreira. Sua amante, a Bertoleza ajuda de domingo a domingo  trabalhando sem descanso.
Em oposição a João Romão, surge a figura de Miranda, o comerciante bem estabelecido que cria uma disputa acirrada com o taverneiro por uma braça de terra que deseja comprar para aumentar seu quintal. Não havendo consenso, há o rompimento provisório de relações entre os dois.
Com inveja de Miranda, que possui uma renda mais alta, João Romão trabalha mas, e passa por privações para enriquecer mais que seu oponente. Um fato, no entanto, muda a perspectiva do dono do cortiço. Quando Miranda recebe o título de barão, João Romão entende que não basta ganhar dinheiro, é necessário também ter uma posição social reconhecida, frequentar ambientes de classes altas, ter roupas finas, ir ao teatro, ler romances, participar da vida burguesa.
Lá no cortiço, estão os moradores de menor ambição financeira. Destacam-se Rita Baiana e Capoeira Firmo, Jerônimo e Piedade. Um exemplo de como o romance procura demonstrar a má influência do meio sobre o homem é o caso do português Jerônimo, que tem uma vida boa até cair nas graças da mulata Rita Baiana. Acontece uma transformação no português do  trabalhador, que muda todos os seus hábitos.
A relação entre Miranda e João Romão melhora quando o comerciante recebe o título de barão e passa a ter superioridade garantida sobre o oponente. Para imitar as conquistas do rival, João Romão promove várias mudanças na estalagem, que agora que tem  ares aristocráticos.
O cortiço todo também muda, perdendo o caráter desorganizado e miserável para se transformar na Vila João Romão. O dono do cortiço chega perto da família de Miranda e pede a mão da filha do comerciante em casamento. Há, no entanto, o empecilho representado por Bertoleza, que, percebendo as manobras de Romão para se livrar dela, exige ter os bens acumulados a seu lado. 
Para se vê livre da amante, que atrapalha seus planos de ambiçao social, Romão a denuncia a seus donos como escrava fugida. Em um gesto de desespero, prestes a ser capturada, Bertoleza comete o suicídio, deixando o caminho livre para o casamento de Romão. 
O livro é interessante, pois mostra como era tempos passado, e como a ambição prejudicava e ao mesmo tempo ajudava. Além de mostrar um fato que até nos dias atuais acontece, a desigualdade social.



Por: Thaís Michelle





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