sexta-feira, 9 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
IDIOTA !!
Sou idiota mesmo,
choro de raiva,
acho graça de coisas idiotas,
fico triste do nada,
gosto de coisas bobas,
faço de tudo quando
gosto de uma pessoa,
sofro por besteira,
enfim, sou idiota.
Idiotaaaaaaa.....
choro de raiva,
acho graça de coisas idiotas,
fico triste do nada,
gosto de coisas bobas,
faço de tudo quando
gosto de uma pessoa,
sofro por besteira,
enfim, sou idiota.
Idiotaaaaaaa.....
A vida e seus desatinos
A vida é feita pra superar desafios. Nela encontramos coisa boas e ruins, mas se vacilarmos ficaremos para trás caindo no tropeço do fracasso. A vida ensina todos nos a cada instante e que o mundo é uma porta que se abre pra que pudéssemos saber que a vida é feita pra viver!.
O fato mais justo da vida é a maneira de como ela termina para uma outra vida !...
Inacélio Ribeiro
Preste atenção, pode ser tarde de mais .
Se você estiver ocupada demais para me ligar, eu vou entender. Se você não tiver tempo para me mandar mensagens, eu vou entender. Se você tiver fazendo algo mais importante e não puder me ver, eu vou entender. Se você fingir que não está nem ai pros meus sentimentos e continuar me ignorando, eu vou entender. Se você continuar desperdiçando seu tempo de vida com coisas que você acha que seja melhor que eu , eu vou entender. Mas se eu parar de te procurar, de te amar ,de fazer todas essas coisas que faço por você, ou ate mesmo se eu parar de te mandar esse simples sms , aí é a sua vez de me entender. então de valor no que você tem ,ou vai se arrepender quando me perde .vai cair em si e perceber o que você perdeu !!!
PREGADOR LUO= JA POSSO SUPORTAR.
He, Pregador Luo
Contigo eu sei que posso suportar, Senhor. Pois seu poder se aperfeiçoa na minha fraqueza, ó Deus.
Trazendo a Arca
Por isso eu posso suportar
Então vamo lá
Contigo eu sei que posso suportar, Senhor. Pois seu poder se aperfeiçoa na minha fraqueza, ó Deus.
Trazendo a Arca
Por isso eu posso suportar
Então vamo lá
Eu sigo em frente nessa estrada eterna com cicatrizes tão profundas quantas as que um arado deixa na terra
Muita pressão está sobre minhas pernas, com lágrimas nos olhos que se conta uma história bela
Quantas vezes parei porque cansei, quantas vezes chorei porque tive medo
Quantas vezes, nem sei quantas vezes, meu bom Senhor, só tu sabe quantas vezes
Meus ombros sangram por causa das feridas que nele se abriram
esse é o preço por carregar o peso do concílio
mas eu não desisto, não vou largar no chão a Arca da Aliança
pois a Marca da Promessa está sobre minha testa
meus pés inchados doem de tanto caminhar
mas vou ignorar pois tenho lutas para travar,
deixa sangrar, pois a força que está em mim já pode suportar
Muita pressão está sobre minhas pernas, com lágrimas nos olhos que se conta uma história bela
Quantas vezes parei porque cansei, quantas vezes chorei porque tive medo
Quantas vezes, nem sei quantas vezes, meu bom Senhor, só tu sabe quantas vezes
Meus ombros sangram por causa das feridas que nele se abriram
esse é o preço por carregar o peso do concílio
mas eu não desisto, não vou largar no chão a Arca da Aliança
pois a Marca da Promessa está sobre minha testa
meus pés inchados doem de tanto caminhar
mas vou ignorar pois tenho lutas para travar,
deixa sangrar, pois a força que está em mim já pode suportar
(Refrão)
As dores do mundo, já posso suportar
as guerras e aflições, já posso suportar
pela força que em mim está
já posso suportar, já posso suportar
O maior dos espíritos habita em mim
eu sou a casa que Ele escolheu para morar
por causa disso, já posso suportar
As dores do mundo, já posso suportar
as guerras e aflições, já posso suportar
pela força que em mim está
já posso suportar, já posso suportar
O maior dos espíritos habita em mim
eu sou a casa que Ele escolheu para morar
por causa disso, já posso suportar
No final de tudo eu vou poder dizer
que lutei o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé
hei de terminar minha batalha em pé
um dia desses que eu não sei ao certo qual é
isso acontecerá, até lá não deixarei de acreditar
que maior é o que está em mim
do que o que está no mundo
sendo assim enfrento tudo
tornou-se limpo o imundo
excluído agora é aceitável
por trás desse sufrágio, imaginável,
é o que ainda se reserva
pros que crêem, maravilhas e vitórias dignas de um Rei
então buscarei, quantas vitórias eu puder e lhe dedicarei
por intermédio é que as obtive, mesmo nos dias de crise, dias infelizes
trarei o recordo que meu Deus vive e não está morto
seu espírito habita meu corpo, eu estou nele e Ele em mim por isso eu canto
que lutei o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé
hei de terminar minha batalha em pé
um dia desses que eu não sei ao certo qual é
isso acontecerá, até lá não deixarei de acreditar
que maior é o que está em mim
do que o que está no mundo
sendo assim enfrento tudo
tornou-se limpo o imundo
excluído agora é aceitável
por trás desse sufrágio, imaginável,
é o que ainda se reserva
pros que crêem, maravilhas e vitórias dignas de um Rei
então buscarei, quantas vitórias eu puder e lhe dedicarei
por intermédio é que as obtive, mesmo nos dias de crise, dias infelizes
trarei o recordo que meu Deus vive e não está morto
seu espírito habita meu corpo, eu estou nele e Ele em mim por isso eu canto
(Refrão)
As dores do mundo, já posso suportar
as guerras e aflições, já posso suportar
pela força que em mim está
já posso suportar, já posso suportar
O maior dos espíritos habita em mim
eu sou a casa que Ele escolheu para morar
por causa disso, já posso suportar
As dores do mundo, já posso suportar
as guerras e aflições, já posso suportar
pela força que em mim está
já posso suportar, já posso suportar
O maior dos espíritos habita em mim
eu sou a casa que Ele escolheu para morar
por causa disso, já posso suportar
Eu sei que as aflições e tribulações que passo aqui,
jamais vão se comparar com a glória que há de se revelar
jamais vão se comparar com a glória que há de se revelar
(Refrão)
As dores do mundo, já posso suportar
as guerras e aflições, já posso suportar
pela força que em mim está
já posso suportar, já posso suportar
O maior dos espíritos habita em mim
eu sou a casa que Ele escolheu para morar
por causa disso, já posso suportar
As dores do mundo, já posso suportar
as guerras e aflições, já posso suportar
pela força que em mim está
já posso suportar, já posso suportar
O maior dos espíritos habita em mim
eu sou a casa que Ele escolheu para morar
por causa disso, já posso suportar
E ouvi uma grande voz do Céu que dizia
"Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens
pois com eles habitará e eles serão seu povo
e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus
e Deus limpará de seus olhos todas as lágrimas
e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor
porque já as primeiras coisas são passadas"
"Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens
pois com eles habitará e eles serão seu povo
e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus
e Deus limpará de seus olhos todas as lágrimas
e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor
porque já as primeiras coisas são passadas"
(Refrão)
As dores do mundo, já posso suportar
as guerras e aflições, já posso suportar
pela força que em mim está
já posso suportar, já posso suportar
As dores do mundo, já posso suportar
as guerras e aflições, já posso suportar
pela força que em mim está
já posso suportar, já posso suportar
Essa é uma canção para todas as pessoas
que trazem gravadas em suas almas e em seus corpos dores sobre-humanas
pessoas que perderam filhos prematuramente,
pessoas que ficaram paraplégicas em acidentes,
portadores de doenças incuráveis
ou que cumprem penas longas e até mesmo injustas
Continuem crendo, 1ª São João capítulo 4 verso 4:
que trazem gravadas em suas almas e em seus corpos dores sobre-humanas
pessoas que perderam filhos prematuramente,
pessoas que ficaram paraplégicas em acidentes,
portadores de doenças incuráveis
ou que cumprem penas longas e até mesmo injustas
Continuem crendo, 1ª São João capítulo 4 verso 4:
"Maior é o espírito que está em vós do que o que está no mundo"
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Aluísio Azevedo :D
Romancista brasileiro nascido em São Luís, MA, cujos temas prediletos
foram o anticlericalismo, a luta contra o preconceito de cor, o adultério, os
vícios, o povo humilde e considerado o criador do naturalismo no Brasil. A
chamado do irmão, o teatrólogo Artur Azevedo, viajou para o Rio de Janeiro aos
17 anos e começou a estudar na Academia Imperial de Belas-Artes. Logo passou a
colaborar, com caricaturas e poesias, em jornais e revistas. A partir da
publicação de seu primeiro romance, Uma lágrima de mulher (1880), passou a
viver do que ganhava como escritor.
Ao ingressar por concurso na carreira diplomática (1895), encerrou a carreira literária durante a qual escreveu ao todo 19 trabalhos, entre romances e peças teatrais. A serviço do Brasil, esteve na Espanha, Japão, Uruguai, Inglaterra, Itália, Paraguai e Argentina. Membro fundador da Academia Brasileira de Letras (cadeira nº 4), morreu em Buenos Aires, Argentina, quando ocupava o posto de vice-cônsul do Brasil.
Além de O mulato (1881), os romances que o consagraram perante a crítica e o público foram Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890), considerado sua obra-prima. Entre seus demais romances estão: A condessa de Vésper (1902), Memórias de um condenado (1882), Girândola de amores (1900), Filomena Borges (1884), O homem (1887), O Coruja (1895), O esqueleto (1890), publicado sob o pseudônimo de Victor Leal, A mortalha de Alzira (1893) e O livro de uma sogra (1895).
Ao ingressar por concurso na carreira diplomática (1895), encerrou a carreira literária durante a qual escreveu ao todo 19 trabalhos, entre romances e peças teatrais. A serviço do Brasil, esteve na Espanha, Japão, Uruguai, Inglaterra, Itália, Paraguai e Argentina. Membro fundador da Academia Brasileira de Letras (cadeira nº 4), morreu em Buenos Aires, Argentina, quando ocupava o posto de vice-cônsul do Brasil.
Além de O mulato (1881), os romances que o consagraram perante a crítica e o público foram Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890), considerado sua obra-prima. Entre seus demais romances estão: A condessa de Vésper (1902), Memórias de um condenado (1882), Girândola de amores (1900), Filomena Borges (1884), O homem (1887), O Coruja (1895), O esqueleto (1890), publicado sob o pseudônimo de Victor Leal, A mortalha de Alzira (1893) e O livro de uma sogra (1895).
Muito orgulho de saber que ele era maranhense :D
Por: Thaís Michelle :D
Resenha do Livro O Cortiço de Aluisio de Azevedo
O livro começa narrando a história de João Romão ao seu enriquecimento.
Para acumular dinheiro, ele explora os empregados utiliza até do furto
para atingir seus objetivos. João Romão é o dono do cortiço, da taverna e
da pedreira. Sua amante, a Bertoleza ajuda de domingo a domingo
trabalhando sem descanso.
Em oposição a João Romão, surge a
figura de Miranda, o comerciante bem estabelecido que cria uma disputa acirrada
com o taverneiro por uma braça de terra que deseja comprar para aumentar seu
quintal. Não havendo consenso, há o rompimento provisório de relações entre os
dois.
Com inveja de Miranda, que possui
uma renda mais alta, João Romão trabalha mas, e passa por privações para
enriquecer mais que seu oponente. Um fato, no entanto, muda a perspectiva do
dono do cortiço. Quando Miranda recebe o título de barão, João Romão entende
que não basta ganhar dinheiro, é necessário também ter uma posição social
reconhecida, frequentar ambientes de classes altas, ter roupas finas, ir ao
teatro, ler romances, participar da vida burguesa.
Lá no cortiço, estão os moradores
de menor ambição financeira. Destacam-se Rita Baiana e Capoeira Firmo, Jerônimo
e Piedade. Um exemplo de como o romance procura demonstrar a má influência do
meio sobre o homem é o caso do português Jerônimo, que tem uma vida boa até
cair nas graças da mulata Rita Baiana. Acontece uma transformação no português
do trabalhador, que muda todos os seus hábitos.
A relação entre Miranda e João
Romão melhora quando o comerciante recebe o título de barão e passa a ter
superioridade garantida sobre o oponente. Para imitar as conquistas do rival,
João Romão promove várias mudanças na estalagem, que agora que tem ares
aristocráticos.
O cortiço todo também muda,
perdendo o caráter desorganizado e miserável para se transformar na Vila João
Romão. O dono do cortiço chega perto da família de Miranda e pede a mão da
filha do comerciante em casamento. Há, no entanto, o empecilho representado por
Bertoleza, que, percebendo as manobras de Romão para se livrar dela, exige ter
os bens acumulados a seu lado.
Para se vê livre da amante, que
atrapalha seus planos de ambiçao social, Romão a denuncia a seus donos como
escrava fugida. Em um gesto de desespero, prestes a ser capturada, Bertoleza
comete o suicídio, deixando o caminho livre para o casamento de Romão.
O livro é interessante, pois mostra como era tempos passado, e como a
ambição prejudicava e ao mesmo tempo ajudava. Além de mostrar um fato que até
nos dias atuais acontece, a desigualdade social.
Por: Thaís Michelle
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